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Downtime: veja quais são os passos para calculá-lo

Para calcular o Downtime, o técnico precisa dividir o número total de horas em que um equipamento ficou paralisado pelas horas em que a sua operação esteve disponível de acordo com o planejamento. O que pode ser feito por meio da seguinte fórmula: Horas Paralisadas / Horas Disponíveis = Downtime.

Em meio a um mercado altamente competitivo, as indústrias precisam estar atentas a indicadores relevantes para garantir um bom desempenho, e assim conquistar novos clientes. Dentre estes indicadores, podemos considerar o Downtime como um dos mais importantes.

Isso ocorre porque este índice aponta — de uma maneira precisa — a eficiência com que o maquinário industrial está sendo utilizado. Dada esta realidade, elaboramos este conteúdo para explicar a as características deste indicador.

Leia o artigo e saiba o que é Downtime e aprenda os procedimentos para calculá-lo!

O que é Downtime?

A produção de uma indústria está diretamente conectada ao funcionamento de seus equipamentos e dispositivos. O que é natural, uma vez que eles são indispensáveis para o processo de transformação de matérias-primas e na fabricação de produtos. Por esta razão, uma maneira de se verificar a eficiência deste maquinário é necessária, uma tarefa que pode ser realizada por meio da análise do Downtime.

Basicamente, este indicador — que também é conhecido como Tempo de Inatividade do Equipamento — visa mensurar todo o tempo que um equipamento industrial tem a sua operação paralisada de um modo não planejado, o que costuma estar relacionados a falhas ou a acidentes.

Segundo os critérios de avaliação do Downtime, a sua média não pode ser superior ao valor de 10%. O que significa que uma companhia eficiente precisa manter os seus equipamentos operando por pelo menos 90% do tempo planejado.

Quais os seus impactos sobre uma indústria?

Dadas as características deste indicador, é fácil chegar a conclusão de que — quando menor for o Downtime — melhor. Na verdade, se este índice for elevado, ele pode acarretar uma série de problemas para uma companhia.

Confira alguns exemplos!

Atrasos na linha de produção

Companhias eficientes têm toda a sua linha de produção planejada, esse cuidado é necessário para que elas sejam capazes de produzir itens na medida certa, para entregar a seus clientes. Isso sem ficar com enormes volumes de produtos em seus estoques por longos períodos.

A questão é que, quando uma máquina deixa de funcionar de maneira não planejada, essa organização acaba sendo desfeita. O que pode vir a atrasar toda a linha de produção.

Redução dos níveis de produtividade

Uma vez que os níveis de produtividade de uma indústria estão atrelados ao desempenho de seu maquinário, pausas e paralisações não planejadas tem o potencial de tornar companhias menos produtivas. Uma situação que, em um mercado competitivo, é altamente prejudicial.

Além disso, dependendo da relevância do equipamento paralisado para a indústria, o Downtime pode acarretar graves prejuízos para ela.

Aumento de custos

Por fim, além de tornar a indústria menos produtiva, as paradas não programas ainda geram um aumento de custos. Isso ocorre porque a indústria precisa gastar recursos com a aquisição de novas peças e com reparos nos componentes.

Isso sem mencionar o tempo gasto pelo time de técnicos na execução dos reparos. Tempo este que poderia ser usado de maneira mais produtiva para a companhia.

Como reduzir o Downtime?

Embora um índice elevado de Downtime seja prejudicial para a indústria, este indicador de desempenho pode ser reduzindo por meio de algumas práticas. Continue a leitura e descubra como obter sucesso nesta tarefa!

Identifique os componentes críticos

Em primeiro lugar, os líderes da companhia precisam ter uma visão clara dos equipamentos mais relevantes para a operação do negócio. Os gestores precisam compreender quais máquinas — em estado de inatividade não planejada — geram mais impactos na produtividade. Considerando estas informações, eles podem alocar recursos, e implementar estratégias, para garantir o seu funcionamento.

Por esse motivo, o time de técnicos precisa analisar o maquinário e identificar o nível de criticidade de cada equipamento. Obviamente, as máquinas mais críticas para a companhia devem receber uma atenção especial.

Mapeie as principais falhas

Uma vez que os técnicos identificaram as máquinas mais relevantes para a operação da companhia, o passo seguinte consiste em mapear todas as falhas e defeitos as quais elas estão sujeitas, e os fatores que viabilizam tais falhas.

Dada a importância desta tarefa, ela deve ser realizada por profissionais especializados e experientes. Além disso, eles precisam conhecer a fundo a estrutura e o projeto do maquinário, para que de fato sejam capazes de mensurar as situações a que ele está sujeito.

Otimize os processos de manutenção

Com os equipamentos industriais mais criticos identificados, e com todas as falhas a que eles estão sujeitos mapeadas, o time de técnicos da companhia pode atuar de maneira mais estratégica, implementando processos de Manutenção Preventiva.

A grande vantagem deste tipo de manutenção é que, ao implementá-la, os técnicos da indústria podem identificar problemas, e resolvê-los, antes que eles evoluam para falhas mais graves. O que torna todo o processo mais eficiente e econômico.

Utilize a tecnologia

Dada a importância do maquinário para uma indústria, e aos custos que paralisações não planejadas e defeitos podem acarretar, o uso da tecnologia — para garantir o seu funcionamento — tem sido cada vez mais adotado pelas companhias.

Por meio de sensores inteligentes, por exemplo, os técnicos podem acompanhar em tempo real fatores como as emissões de ruídos, vibrações e temperatura, feitas por uma máquina. Informações estas que permitem que problemas sejam identificados de uma maneira ainda mais ágil e eficiente, em um processo conhecido como Manutenção Preditiva.

Em um mercado altamente competitivo, em que as empresas precisam usar seus recursos de maneira inteligente para se destacar, paradas não planejadas podem acarretar grandes prejuízos, torando companhias menos produtivas.

Para lidar com estes problemas, os líderes precisam conhecer ferramentas como o indicador de Downtime, e saber como usá-las a seu favor. É importante ressaltar, porém, que algumas paralisações as vezes se fazem necessárias, para que procedimentos e reparos sejam realizados.

Agora que você sabe o que é Downtime, leia este artigo e entenda o que são as paradas de manutenção e descubra porque elas são tão importantes para uma indústria!

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